quarta-feira, 15 de maio de 2013

Koyaanisqatsi

É um vídeo que mostra sobre a criação e o desenvolvimento de uma cidade, que surge do nada e vai tomando forma e se desenvolvendo mais a cada dia, até que se perde o controle e ela cresce desordenada. As pessoas têm pressa, sendo engolidas pela própria correria e deixando de viver momentos que poderiam ser mais agradáveis e apenas passando pela vida ou mesmo vendo-a passar, dependendo das situações.
Percebo uma cena, da construção de uma fábrica ao lado da praia, tornando o ambiente inapropriado mas as pessoas continuam frequentando o lugar e se divertindo, mesmo tendo o espaço reduzido, continua atendendo àquele público. Um vídeo feito em 1982 mostra situações que vivemos hoje.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada


Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada

Consolidando a solicitação de propor uma intervenção na cidade de Belo Horizonte que possa servir de crítica a gestão dos espaços públicos e a uma reivindicação de mais espaços para pessoas, propomos um transporte de pessoas alternativo, com a utilização de bondes em altura. Apoiados no conceito Slow, bastante divulgado pelo mundo, propusemos que esse transporte interligue duas áreas da cidade, que seja lento, diferenciado e que atenda a solicitação do projeto de reivindicar o espaço destinado as pessoas e de interação dentro do contexto urbano. Para divulgar o projeto, escolhemos um banner em formato A2, que fosse simples e com poucas informações, mas que chame a atenção para alguns pontos que diferencia a proposta dos demais transportes.





Como slogam adotamos o termo “Perca seu tempo!!!”, que é associado a um símbolo – uma mão – que serve de indicativo para que as pessoas PAREM e REFLITAM sobre a correria do cotidiano, crítica que o movimento Slow faz. Esse segundo cartaz será em formatos A4 e A3 e serão colocados em alguns locais do campus da UNI-BH Estoril.





Então, “Perca seu tempo!!!” de uma forma diferente, divertida, lenta e se surpreenda com as diferentes vistas da cidade.

terça-feira, 16 de abril de 2013

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Por que Belo Horizonte não investe em turismo como outras capitais?


Um turista que vem passear e conhecer Belo Horizonte, seus pontos turísticos, dá de cara com um trânsito caótico e um sistema público de transporte bastante precário. Começa aí um desafio.
Poderia haver um sistema de transporte para os turistas, como ocorre em diversas capitais brasileiras, que contam com ônibus da linha turismo, que realizam trajetos entre os diversos pontos turísticos existentes na cidade e até mesmo fazendo uma integração entre os outros transportes utilizados pelos turistas.

Em Porto Alegre, o ônibus da linha turismo é ofertado pela Prefeitura Municipal. Existem dois trajetos distintos para os turistas optarem. São visitados dezesseis ou dezessete  pontos turísticos, dependendo do trajeto escolhido.

Em Florianópolis, o serviço de ônibus que percorre os pontos turísticos do município é ofertado por uma empresa privada. Tal empresa oferece aos turistas três diferentes opções de trajetos.


Em de Curitiba, o ônibus da linha turismo é ofertado pela Prefeitura Municipal. O embarque no ônibus da linha turismo pode ser feito em qualquer um dos vinte e quatro pontos turísticos.


Em Salvador, Bahia, o ônibus que faz o city tour são amplamente utilizados pelos turistas nas ruas da Europa, Estados Unidos e Ásia. No Brasil, entraram em operação justamente em Salvador, no verão de 2007/2008. Através de um passe único diário (pulseira Ticket), o turista terá a chance de conhecer os principais pontos turísticos da capital baiana, praias, fortes, museus, sítios históricos, e os diferentes aspectos que diferenciam a cidade. Também existe um tour noturno que mostra as belezas da cidade.


Para saber mais sobre o tema, visite também os links: 



http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/transporte/linha-turismo

Estudo feito por alunos do curso de Arquitetura, acompanhe maiores informações nos blogs:
http://richardbb.blogspot.com.br/

http://romuloalmeidag.blogspot.com.br/

http://stephaniereisp.blogspot.com.br/

terça-feira, 19 de março de 2013

Tehching Hsieh


Nascido em Taiwan, o artista se propôs a fazer projetos bem radicais.
As performances de um ano foram compostas por uma sequência de desafios de extrema dificuldade física e mental que o artista criou. Colocando-se em situações limite que levantam indagações sobre as fronteiras entre a experiência artística e as vivências cotidianas, Tehching Hsieh foi responsável pela elaboração de uma das obras mais radicais produzidas na cena artística contemporânea. Seus cinco primeiros trabalhos tiveram duração de um ano cada.
 ​Na primeira de suas Performances de Um Ano, Tehching Hsieh permaneceu confinado em uma cela em seu estúdio, sem ler, escrever, conversar, escutar rádio ou ver televisão.

Entre os anos de 1980 e 1981, comprometeu-se a registrar, com um relógio-ponto, todas as horas do dia ao longo do período de um ano.

Entre os anos 1981 e 1982, passou 365 dias vivendo nas ruas de Nova York sem entrar em nenhum espaço coberto.

Na terceira experiência, datada dos anos 1981 e 1982, passou 365 dias vivendo nas ruas de Nova York sem entrar em nenhum espaço coberto.

Entre 1983 e 1984 o artista ficou amarrado a uma mulher, a também artista Linda Montano, sem poder tocá-la.
Sua última performance de um ano, realizado entre 1985 e 1986, anunciava um distanciamento do mundo da arte e levou o artista a permanecer um ano sem ler, ver, fazer ou falar sobre arte.
 A partir de então,Tehching Hsieh propôs-se a viver treze anos produzindo arte sem mostrá-la – até completar 49 anos, quando, na virada do milênio, concluiu seu plano e deixou, definitivamente, de atuar como artista.




Help - minha arquitetura parasita

Me senti incomodada ao passar pela região dos hospitais e me deparar com uma situação que ocorre diariamente em Belo Horizonte.


A ideia é criar um alojamento na avenida Francisco Sales, no canteiro central, para o público que necessita viajar para fazer tratamento médico na capital, mas não tem lugar para ficar. Geralmente as pessoas ficam aguardando o tratamento das outras dentro das próprias ambulâncias em que viajaram.

planta

 corte

fachada

Pensei em colocar alguns desses alojamentos para que essas pessoas possam descansar da viagem e aguardar o tratamento ou a consulta médica durante aquele dia.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?

Nas obras de Nino Cais (abaixo), pude observar diversos objetos comuns, usados em casa, pela maioria das pessoas.







O fato de mudar o contexto destes objetos os torna ARTE?


Penso que sim, apesar de continuarem sendo os mesmos objetos, o contexto mudou. 
Há quem aprecie e quem não goste e critique, mas isso é comum. Difícil agradar a todos.
Quando sabemos o contexto da obra e a história do artista, passamos a entender melhor o recado que ele quis passar. Muitas vezes criticamos ou não compreendemos, sem saber da realidade daquela criação.
Muitos artistas querem chocar as pessoas, fazer com que elas pensem sobre um determinado tema e acabam até criando polêmicas. Tal como fez Marcel Duchamp que iniciou uma revolução no mundo da arte, usando um penico como obra de arte e até hoje dá o que falar.