quarta-feira, 3 de julho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
PREZI
Prezi com apresentação das casas do grupo de TIG.
http://prezi.com/kzvjhuhxagd-/untitled-prezi/
http://prezi.com/kzvjhuhxagd-/untitled-prezi/
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Koyaanisqatsi
É um vídeo que mostra sobre a criação e o desenvolvimento de uma cidade, que surge do nada e vai tomando forma e se desenvolvendo mais a cada dia, até que se perde o controle e ela cresce desordenada. As pessoas têm pressa, sendo engolidas pela própria correria e deixando de viver momentos que poderiam ser mais agradáveis e apenas passando pela vida ou mesmo vendo-a passar, dependendo das situações.
Percebo uma cena, da construção de uma fábrica ao lado da praia, tornando o ambiente inapropriado mas as pessoas continuam frequentando o lugar e se divertindo, mesmo tendo o espaço reduzido, continua atendendo àquele público. Um vídeo feito em 1982 mostra situações que vivemos hoje.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada
Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada
Consolidando a solicitação de propor uma intervenção na cidade de Belo Horizonte que possa servir de crítica a gestão dos espaços públicos e a uma reivindicação de mais espaços para pessoas, propomos um transporte de pessoas alternativo, com a utilização de bondes em altura. Apoiados no conceito Slow, bastante divulgado pelo mundo, propusemos que esse transporte interligue duas áreas da cidade, que seja lento, diferenciado e que atenda a solicitação do projeto de reivindicar o espaço destinado as pessoas e de interação dentro do contexto urbano. Para divulgar o projeto, escolhemos um banner em formato A2, que fosse simples e com poucas informações, mas que chame a atenção para alguns pontos que diferencia a proposta dos demais transportes.
Como slogam adotamos o termo “Perca seu tempo!!!”, que é associado a um símbolo – uma mão – que serve de indicativo para que as pessoas PAREM e REFLITAM sobre a correria do cotidiano, crítica que o movimento Slow faz. Esse segundo cartaz será em formatos A4 e A3 e serão colocados em alguns locais do campus da UNI-BH Estoril.
Então, “Perca seu tempo!!!” de uma forma diferente, divertida, lenta e se surpreenda com as diferentes vistas da cidade.
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Por que Belo Horizonte não investe em turismo como outras capitais?
Um turista que vem passear e conhecer Belo Horizonte, seus
pontos turísticos, dá de cara com um trânsito caótico e um sistema público de
transporte bastante precário. Começa aí um desafio.
Poderia haver um sistema de transporte para os turistas, como
ocorre em diversas capitais brasileiras, que contam com ônibus da linha
turismo, que realizam trajetos entre os diversos pontos turísticos existentes na
cidade e até mesmo fazendo uma integração entre os outros transportes utilizados pelos turistas.
Em Porto Alegre, o ônibus da linha turismo é ofertado pela
Prefeitura Municipal. Existem dois trajetos distintos para os turistas optarem.
São visitados dezesseis ou dezessete pontos turísticos, dependendo do trajeto
escolhido.
Em Florianópolis, o serviço de ônibus que percorre os pontos
turísticos do município é ofertado por uma empresa privada. Tal empresa oferece
aos turistas três diferentes opções de trajetos.
Em de Curitiba, o ônibus da linha turismo é ofertado pela
Prefeitura Municipal. O embarque no ônibus da linha turismo pode ser feito em
qualquer um dos vinte e quatro pontos turísticos.
Em Salvador, Bahia, o ônibus que faz o city tour são
amplamente utilizados pelos turistas nas ruas da Europa, Estados Unidos e Ásia.
No Brasil, entraram em operação justamente em Salvador, no verão de 2007/2008.
Através de um passe único diário (pulseira Ticket), o turista terá a chance de
conhecer os principais pontos turísticos da capital baiana, praias, fortes,
museus, sítios históricos, e os diferentes aspectos que diferenciam a cidade.
Também existe um tour noturno que mostra as belezas da cidade.
Para saber mais sobre o tema, visite também os links:
Estudo feito por alunos do curso de Arquitetura, acompanhe maiores informações nos blogs:
http://richardbb.blogspot.com.br/
http://romuloalmeidag.blogspot.com.br/
http://stephaniereisp.blogspot.com.br/
terça-feira, 19 de março de 2013
Tehching Hsieh
Nascido em Taiwan, o artista se propôs a fazer projetos bem radicais.
As performances de um ano foram compostas por uma sequência de desafios
de extrema dificuldade física e mental que o artista criou. Colocando-se em
situações limite que levantam indagações sobre as fronteiras entre a
experiência artística e as vivências cotidianas, Tehching Hsieh foi responsável
pela elaboração de uma das obras mais radicais produzidas na cena artística
contemporânea. Seus cinco primeiros trabalhos tiveram duração de um ano cada.
Na primeira de suas Performances
de Um Ano, Tehching Hsieh permaneceu confinado em uma cela em seu estúdio, sem
ler, escrever, conversar, escutar rádio ou ver televisão.
Entre os anos de 1980 e 1981, comprometeu-se a registrar, com um
relógio-ponto, todas as horas do dia ao longo do período de um ano.
Entre os anos 1981 e 1982, passou 365 dias vivendo nas ruas de Nova York
sem entrar em nenhum espaço coberto.
Na terceira experiência, datada dos anos 1981 e 1982, passou 365 dias
vivendo nas ruas de Nova York sem entrar em nenhum espaço coberto.
Entre 1983 e 1984 o artista ficou amarrado a uma mulher, a também
artista Linda Montano, sem poder tocá-la.
Sua última performance de um ano, realizado entre 1985 e 1986, anunciava
um distanciamento do mundo da arte e levou o artista a permanecer um ano sem
ler, ver, fazer ou falar sobre arte.
A partir de então,Tehching Hsieh
propôs-se a viver treze anos produzindo arte sem mostrá-la – até completar 49
anos, quando, na virada do milênio, concluiu seu plano e deixou,
definitivamente, de atuar como artista.
Help - minha arquitetura parasita
Me senti incomodada ao passar pela região dos hospitais e me deparar com uma situação que ocorre diariamente em Belo Horizonte.
A ideia é criar um alojamento na avenida Francisco Sales, no canteiro central, para o público que necessita viajar para fazer tratamento médico na capital, mas não tem lugar para ficar. Geralmente as pessoas ficam aguardando o tratamento das outras dentro das próprias ambulâncias em que viajaram.
Pensei em colocar alguns desses alojamentos para que essas pessoas possam descansar da viagem e aguardar o tratamento ou a consulta médica durante aquele dia.
A ideia é criar um alojamento na avenida Francisco Sales, no canteiro central, para o público que necessita viajar para fazer tratamento médico na capital, mas não tem lugar para ficar. Geralmente as pessoas ficam aguardando o tratamento das outras dentro das próprias ambulâncias em que viajaram.
planta
corte
fachada
quinta-feira, 7 de março de 2013
Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?
Nas obras de Nino Cais (abaixo), pude observar diversos objetos comuns, usados em casa, pela maioria das pessoas.
O fato de mudar o contexto destes objetos os torna ARTE?
Penso que sim, apesar de continuarem sendo os mesmos objetos, o contexto mudou.
Há quem aprecie e quem não goste e critique, mas isso é comum. Difícil agradar a todos.
Há quem aprecie e quem não goste e critique, mas isso é comum. Difícil agradar a todos.
Quando sabemos o contexto da obra e a história do artista, passamos a entender melhor o recado que ele quis passar. Muitas vezes criticamos ou não compreendemos, sem saber da realidade daquela criação.
Muitos artistas querem chocar as pessoas, fazer com que elas pensem sobre um determinado tema e acabam até criando polêmicas. Tal como fez Marcel Duchamp que iniciou uma revolução no mundo da arte, usando um penico como obra de arte e até hoje dá o que falar.
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