terça-feira, 19 de março de 2013

Tehching Hsieh


Nascido em Taiwan, o artista se propôs a fazer projetos bem radicais.
As performances de um ano foram compostas por uma sequência de desafios de extrema dificuldade física e mental que o artista criou. Colocando-se em situações limite que levantam indagações sobre as fronteiras entre a experiência artística e as vivências cotidianas, Tehching Hsieh foi responsável pela elaboração de uma das obras mais radicais produzidas na cena artística contemporânea. Seus cinco primeiros trabalhos tiveram duração de um ano cada.
 ​Na primeira de suas Performances de Um Ano, Tehching Hsieh permaneceu confinado em uma cela em seu estúdio, sem ler, escrever, conversar, escutar rádio ou ver televisão.

Entre os anos de 1980 e 1981, comprometeu-se a registrar, com um relógio-ponto, todas as horas do dia ao longo do período de um ano.

Entre os anos 1981 e 1982, passou 365 dias vivendo nas ruas de Nova York sem entrar em nenhum espaço coberto.

Na terceira experiência, datada dos anos 1981 e 1982, passou 365 dias vivendo nas ruas de Nova York sem entrar em nenhum espaço coberto.

Entre 1983 e 1984 o artista ficou amarrado a uma mulher, a também artista Linda Montano, sem poder tocá-la.
Sua última performance de um ano, realizado entre 1985 e 1986, anunciava um distanciamento do mundo da arte e levou o artista a permanecer um ano sem ler, ver, fazer ou falar sobre arte.
 A partir de então,Tehching Hsieh propôs-se a viver treze anos produzindo arte sem mostrá-la – até completar 49 anos, quando, na virada do milênio, concluiu seu plano e deixou, definitivamente, de atuar como artista.




Help - minha arquitetura parasita

Me senti incomodada ao passar pela região dos hospitais e me deparar com uma situação que ocorre diariamente em Belo Horizonte.


A ideia é criar um alojamento na avenida Francisco Sales, no canteiro central, para o público que necessita viajar para fazer tratamento médico na capital, mas não tem lugar para ficar. Geralmente as pessoas ficam aguardando o tratamento das outras dentro das próprias ambulâncias em que viajaram.

planta

 corte

fachada

Pensei em colocar alguns desses alojamentos para que essas pessoas possam descansar da viagem e aguardar o tratamento ou a consulta médica durante aquele dia.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?

Nas obras de Nino Cais (abaixo), pude observar diversos objetos comuns, usados em casa, pela maioria das pessoas.







O fato de mudar o contexto destes objetos os torna ARTE?


Penso que sim, apesar de continuarem sendo os mesmos objetos, o contexto mudou. 
Há quem aprecie e quem não goste e critique, mas isso é comum. Difícil agradar a todos.
Quando sabemos o contexto da obra e a história do artista, passamos a entender melhor o recado que ele quis passar. Muitas vezes criticamos ou não compreendemos, sem saber da realidade daquela criação.
Muitos artistas querem chocar as pessoas, fazer com que elas pensem sobre um determinado tema e acabam até criando polêmicas. Tal como fez Marcel Duchamp que iniciou uma revolução no mundo da arte, usando um penico como obra de arte e até hoje dá o que falar.